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— Rui Cavaleiro (@Rui_Cavaleiro_) 30 de outubro de 2016
domingo, 30 de outubro de 2016
Poema em mim maior - por Rui Cavaleiro.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Poema pela metade
Sempre gostei de castelos, muralhas e ameias, princesa.
Amei-as porque enquanto escalava era a mim que eu resgatava.
Mas tu permaneceste sempre inexorável
E fingir amor é devassá-lo.
Apesar de tudo, tantos despojos depois, ainda acredito que
Podíamos ter sido felizes a meias.
Paulo José Borges
Amei-as porque enquanto escalava era a mim que eu resgatava.
Mas tu permaneceste sempre inexorável
E fingir amor é devassá-lo.
Apesar de tudo, tantos despojos depois, ainda acredito que
Podíamos ter sido felizes a meias.
Paulo José Borges
domingo, 23 de outubro de 2016
Poema em mim menor
Eu
Eu acho, eu creio, julgo
Eu
Eu tenho a certeza, eu sei
Eu sou teu amigo, mas se estivesse no teu lugar fazia assim
Eu sei bem o que isso é
Eu já passei por isso, nem me fales
Eu não concordo, não é assim que eu vejo as coisas
Eu penso que tu não podes ser assim
Eu nem entendo por que é que te queixas
Eu sei aquilo por que estás a passar
Eu imagino o que estás a sentir
Eu vou-te ajudar
Eu
Não precisas de me agradecer.
Paulo José Borges
Eu acho, eu creio, julgo
Eu
Eu tenho a certeza, eu sei
Eu sou teu amigo, mas se estivesse no teu lugar fazia assim
Eu sei bem o que isso é
Eu já passei por isso, nem me fales
Eu não concordo, não é assim que eu vejo as coisas
Eu penso que tu não podes ser assim
Eu nem entendo por que é que te queixas
Eu sei aquilo por que estás a passar
Eu imagino o que estás a sentir
Eu vou-te ajudar
Eu
Não precisas de me agradecer.
Paulo José Borges
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Dreamtigers II
a Jorge Luis Borges
Os tigres, três, são
Labirintos engendrados.
Refletem-se em sonhos mal visíveis,
Deambulam amblíopes em ambíguos espelhos
De lendas, sagas e de circos
Que em criança eu cravei na memória.
Depois, fugidios, em bibliotecas de papel, babel, digo,
Os procurei, qual conjurado,
Até me voltarem de novo
Em arquétipos dourados de garras
E de mel.
Paulo José Borges
Os tigres, três, são
Labirintos engendrados.
Refletem-se em sonhos mal visíveis,
Deambulam amblíopes em ambíguos espelhos
De lendas, sagas e de circos
Que em criança eu cravei na memória.
Depois, fugidios, em bibliotecas de papel, babel, digo,
Os procurei, qual conjurado,
Até me voltarem de novo
Em arquétipos dourados de garras
E de mel.
Paulo José Borges
Eternal Sunshine
para Suzana
A memória cresce pequenina, fraquinha,
Ou esquecida da vida que foi.
Mas cresce como águas declinadas de montanhas voadoras.
Cresce em sabedoria, em RAMS e ROMS e faz spotless backups nos
Riscos duros da vida.
A memória é lembrares-te de mim
Mesmo toda formatada ou com hard reset.
A memória é a ligação sem fios à tua bondade.
Paulo José Borges
sábado, 3 de setembro de 2016
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
A curva do amor (lido por Rui Cavaleiro)
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— Rui Cavaleiro (@Rui_Cavaleiro_) 29 de agosto de 2016
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