Ia agora deliciar-vos com um poema cheio de amor
E de esperança, uma espécie de presente de Natal antecipado.
Mas bebi demais, tenho a cabeça a andar à roda.
Absinto muito.
Paulo José Borges
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
sábado, 5 de novembro de 2016
Dreamtigers II
O meu poemito dito e desenhado pelo amigo Rui Cavaleiro.
— Rui Cavaleiro (@Rui_Cavaleiro_) 5 de novembro de 2016
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Poema a meias com Rui Cavaleiro, o Grande.
#MestreRabiscador #Poema @Paulborgmeister pic.twitter.com/6Zm3fi6PPp
— Rui Cavaleiro (@Rui_Cavaleiro_) 1 de novembro de 2016
domingo, 30 de outubro de 2016
Poema em mim maior - por Rui Cavaleiro.
#MestreRabiscacor #Poema @Paulborgmeister pic.twitter.com/rd82FtM3xc
— Rui Cavaleiro (@Rui_Cavaleiro_) 30 de outubro de 2016
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Poema pela metade
Sempre gostei de castelos, muralhas e ameias, princesa.
Amei-as porque enquanto escalava era a mim que eu resgatava.
Mas tu permaneceste sempre inexorável
E fingir amor é devassá-lo.
Apesar de tudo, tantos despojos depois, ainda acredito que
Podíamos ter sido felizes a meias.
Paulo José Borges
Amei-as porque enquanto escalava era a mim que eu resgatava.
Mas tu permaneceste sempre inexorável
E fingir amor é devassá-lo.
Apesar de tudo, tantos despojos depois, ainda acredito que
Podíamos ter sido felizes a meias.
Paulo José Borges
domingo, 23 de outubro de 2016
Poema em mim menor
Eu
Eu acho, eu creio, julgo
Eu
Eu tenho a certeza, eu sei
Eu sou teu amigo, mas se estivesse no teu lugar fazia assim
Eu sei bem o que isso é
Eu já passei por isso, nem me fales
Eu não concordo, não é assim que eu vejo as coisas
Eu penso que tu não podes ser assim
Eu nem entendo por que é que te queixas
Eu sei aquilo por que estás a passar
Eu imagino o que estás a sentir
Eu vou-te ajudar
Eu
Não precisas de me agradecer.
Paulo José Borges
Eu acho, eu creio, julgo
Eu
Eu tenho a certeza, eu sei
Eu sou teu amigo, mas se estivesse no teu lugar fazia assim
Eu sei bem o que isso é
Eu já passei por isso, nem me fales
Eu não concordo, não é assim que eu vejo as coisas
Eu penso que tu não podes ser assim
Eu nem entendo por que é que te queixas
Eu sei aquilo por que estás a passar
Eu imagino o que estás a sentir
Eu vou-te ajudar
Eu
Não precisas de me agradecer.
Paulo José Borges
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Dreamtigers II
a Jorge Luis Borges
Os tigres, três, são
Labirintos engendrados.
Refletem-se em sonhos mal visíveis,
Deambulam amblíopes em ambíguos espelhos
De lendas, sagas e de circos
Que em criança eu cravei na memória.
Depois, fugidios, em bibliotecas de papel, babel, digo,
Os procurei, qual conjurado,
Até me voltarem de novo
Em arquétipos dourados de garras
E de mel.
Paulo José Borges
Os tigres, três, são
Labirintos engendrados.
Refletem-se em sonhos mal visíveis,
Deambulam amblíopes em ambíguos espelhos
De lendas, sagas e de circos
Que em criança eu cravei na memória.
Depois, fugidios, em bibliotecas de papel, babel, digo,
Os procurei, qual conjurado,
Até me voltarem de novo
Em arquétipos dourados de garras
E de mel.
Paulo José Borges
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