Paulo José Borges
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Poema quase bélico
Armas elmos capacetes cascos
Viseiras armas
Cotas de malha armaduras
Armas até aos dentes
Lanças fossos cadafalsos ameias
Armas teias
Armas tramas
Para que invicto não te mostres nu.
Paulo José Borges
Viseiras armas
Cotas de malha armaduras
Armas até aos dentes
Lanças fossos cadafalsos ameias
Armas teias
Armas tramas
Para que invicto não te mostres nu.
Paulo José Borges
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Poema ébrio
Ia agora deliciar-vos com um poema cheio de amor
E de esperança, uma espécie de presente de Natal antecipado.
Mas bebi demais, tenho a cabeça a andar à roda.
Absinto muito.
Paulo José Borges
E de esperança, uma espécie de presente de Natal antecipado.
Mas bebi demais, tenho a cabeça a andar à roda.
Absinto muito.
Paulo José Borges
sábado, 5 de novembro de 2016
Dreamtigers II
O meu poemito dito e desenhado pelo amigo Rui Cavaleiro.
— Rui Cavaleiro (@Rui_Cavaleiro_) 5 de novembro de 2016
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Poema a meias com Rui Cavaleiro, o Grande.
#MestreRabiscador #Poema @Paulborgmeister pic.twitter.com/6Zm3fi6PPp
— Rui Cavaleiro (@Rui_Cavaleiro_) 1 de novembro de 2016
domingo, 30 de outubro de 2016
Poema em mim maior - por Rui Cavaleiro.
#MestreRabiscacor #Poema @Paulborgmeister pic.twitter.com/rd82FtM3xc
— Rui Cavaleiro (@Rui_Cavaleiro_) 30 de outubro de 2016
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Poema pela metade
Sempre gostei de castelos, muralhas e ameias, princesa.
Amei-as porque enquanto escalava era a mim que eu resgatava.
Mas tu permaneceste sempre inexorável
E fingir amor é devassá-lo.
Apesar de tudo, tantos despojos depois, ainda acredito que
Podíamos ter sido felizes a meias.
Paulo José Borges
Amei-as porque enquanto escalava era a mim que eu resgatava.
Mas tu permaneceste sempre inexorável
E fingir amor é devassá-lo.
Apesar de tudo, tantos despojos depois, ainda acredito que
Podíamos ter sido felizes a meias.
Paulo José Borges
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