Há pretéritos perfeitos pontuais e terminados.
Há os imperfeitos que te serviam para
descrever hábitos no passado.
Há os mais-que-perfeitos, que
compostos de auxiliar são os mais fáceis
de fazer com o particípio do passado.
Há o presente simples que fala do que
se costuma fazer, das instruções,
das verdades universais,
o que por vezes é histórico.
E há o futuro simples, que não existe,
dir-me-ás tu, em mesóclise, com toda a razão.
E depois há os modos.
O indicativo, que acabei de ilustrar,
o conjuntivo e o condicional, cheios de (im)
possibilidades e de dúvidas existenciais.
Olha, mas sabes o que te digo?
O que era imperativo era flexionar
o infinitivo pessoal contigo.
Paulo José Borges
Sem comentários:
Enviar um comentário