terça-feira, 26 de outubro de 2021

Os tempos e os modos

Há pretéritos perfeitos pontuais e terminados.
Há os imperfeitos que te serviam para
descrever hábitos no passado.
Há os mais-que-perfeitos, que 
compostos de auxiliar são os mais fáceis 
de fazer com o particípio do passado.
Há o presente simples que fala do que
se costuma fazer, das instruções,
das verdades universais,
o que por vezes é histórico.
E há o futuro simples, que não existe, 
dir-me-ás tu, em mesóclise, com toda a razão.

E depois há os modos.
O indicativo, que acabei de ilustrar,
o conjuntivo e o condicional, cheios de (im)
possibilidades e de dúvidas existenciais.
Olha, mas sabes o que te digo?
O que era imperativo era flexionar 
o infinitivo pessoal contigo.

                            Paulo José Borges

Sem comentários:

Enviar um comentário