domingo, 23 de março de 2014

A ponte suspensa

Cada manhã
O rio desponta obcecante.

A tabuleiro estendido, de braços abertos
Serve uma dose mágica de ebulição.

As combustões eletrificam os ares.
E os momentos em suspensão
São dores, espasmos de coisas
Que ainda não são.


                   Paulo José Borges

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                                                              Rui Cavaleiro

1 comentário:

  1. Imagética avassaladora A incógnita da "travessia para a outra margem" é extraordinária Muito bom!

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