adikadasemana
domingo, 23 de março de 2014
A ponte suspensa
Cada manhã
O rio desponta obcecante.
A tabuleiro estendido, de braços abertos
Serve uma dose mágica de ebulição.
As combustões eletrificam os ares.
E os momentos em suspensão
São dores, espasmos de coisas
Que ainda não são.
Paulo José Borges
Rui Cavaleiro
1 comentário:
Unknown
30 de abril de 2017 às 01:23
Imagética avassaladora A incógnita da "travessia para a outra margem" é extraordinária Muito bom!
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Imagética avassaladora A incógnita da "travessia para a outra margem" é extraordinária Muito bom!
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