Volta e meia recordo o início de um romance
em que um condutor viaja por uma estrada sinuosa.
À saída de uma curva encontra um homem desprecavido.
O homem do carro tinha tempo para travar ou para se desviar mas decidiu prosseguir.
Sinto que este acontecimento é uma espécie de metáfora da minha vida.
Só não consigo descodificá-la.
Sou quem conduz? Sou o veículo? Sou a vítima?
Sou a estrada?
Às tantas isto é tudo um grande oxímoro.
Paulo José Borges
Complicado...com muitas curvas, bonito!
ResponderEliminarCurvas e contra-curvas.
EliminarO que faz com as palavras é sempre surpreendente poeta. Poetas são o maior e mais estonteante oxímoro Existem se não o forem? O que faz ainda neste blogue?
ResponderEliminarNão sei responder às suas duas questões.
EliminarNão tenho estado atento nas aulas.